Infelizmente, estou duvidando da segurança que esta página pode fornecer aos visualizadores. Ou da insegurança, neste caso. Explico: Utilizo o Norton 360 como meu antivirus. Quem conhece vai rir de mim. Ele é pesado como um mamute e praticamente abduz o computador para si mesmo. Mas jamais me deixou entrar em alguma fria cibernética, logo confio demais no elefantão. Ele está me dizendo que esta página possui o seguinte status:
que seria um vírus de coleta ilegal de informações dos computadores que acessem esta página. Não sou técnico e inclusive peço a quem for mais capacitado a me orientar melhor, mas prefiro manter todos a salvo de uma ameaça possível a correr o risco de expor qualquer pessoa a um risco real, ainda que remoto.
Postarei o novo endereço onde me encontrar em breve. Até lá, agradeço de coração a todos que visitaram este espaço. Muito obrigado!
Um grande abraço!
É na sede do Legislativo que a população pode controlar melhor os destinos de seu voto. É uma celebração de cidadania poder acompanghar - ainda que seguindo regras com as quais a gente não concorde tanto - cada reunião daquela Casa. É como uma festa: você pode não concordar com a decoração, pode não concordar com a trilha sonora, pode não concordar com as opiniões que surgem. Mas é uma festa, e o espírito de cidadania sai de lá sempre com algo novo a inspirá-lo.
Procuro acompanhar o maior número de reuniões que me seja possível. Daquele ambiente de embate de idéias é que se constrói a política em sua essência mais pura. E dali saem ensinamentos que não podemos adquirir em nenhum outro ambiente, porque o Executivo Municipal produz poucos eventos de natureza participativa popular (não se trata de defeito, mas de forma de atuação) e o Judiciário, idem. Lembrando que no Judiciário a política se desenvolve em níveis totalmente diferentes dos demais poderes. Só para resumir, não há embate que não seja de operação da ciência jurídica.
Faço o convite em nome da própria Câmara Municipal, como cidadão. Já estamos preguiçosos de comparecer a uma reunião de escola de nossos filhos, a uma celebração de nossa fé, a um evento público que busca melhorar nossa cidadania. Mas ainda achamos tempo para assistir a um capítulo de novela.
Sinceramente, a novela da televisão só nos trará a certeza de que a vida política da cidade virou capítulo de novela. Mas estávamos lá para controlar esta história, pela via denmocrática da nossa participação?
Agenda oculta: se você se omite, o resultado ruim também é de sua responsabilidade. Se for bom, não faz parte do seu mérito. Vale a pena ser acomodado?
Um abraço!
Os poucos que me conhecem sabem desta minha tese de análise comportamental humana. Aos demais que se interessarem, vamos pincelar um pouco a respeito.
Leões de montanha estão, claro, no topo da pirâmide alimentar que a natureza determina aos seus. São ágeis, rápidos, fortes, argutos. Com tantas vantagens, ainda escondem-se atrás de terreno favorável para aumentar suas chances de predação e sobrevivência. Como atacam do alto, suas vítimas não possuem a menor chance de enxergá-los antes do primeiro bote.
Leões de planície possuem as mesmas características, com uma diferença crucial: agem em terreno limpo e plano. Suas vítimas não se resumem a isso - vítimas - são também guerreiras adversárias. Curioso é que os leões, tanto de montanha quanto de planície, sejam igualmente bem-sucedidos e fracassados na mesma proporção. Nem sempre deixam de passar fome, porque suas vítimas conseguem lhes escapar das presas de vez em quando.
O que os diferencia são as cicatrizes, muito mais frequentes nos leões de planície. São os seus troféus da guerra diária. Os leões de montanha não as possuem em igual número. São vencedores sem troféus. São guerreiros sem tanta honra, são empresários sem risco.
Reconheço que são leões, claro. A natureza os fez assim por algum motivo. Mas fico com os leões de planície. Há nobreza e honra em encarar seus inimigos e adversários de frente, olhos nos olhos. As cicatrizes fazem parte. E engrandecem.
O paralelo é com os humanos anônimos da vida (os realmente anônimos, frise-se), os leões de montanha que nos espreitam do alto. Não posso dizer que a causa deles me seja simpática. Sem cicatrizes, não podem ser considerados tão guerreiros assim. Respeito sua existência, obviamente, mas não vou muito além disso. Esconder-se não aumenta o tamanho de ninguém.
Viva a planície, terra dos bravos, onde os olhos estão olhando os olhos, e não as costas.
A agenda oculta: Se um leão de planície fosse tolo o bastante para se aventurar na base da montanha, morreria após uma batalha épica. Se um leão de montanha algum dia chegasse à planície, morreria de pavor e de diarréia ao olhar nos olhos do primeiro adversário. Isto diz tudo, sobre os leões de montanha e os leões de planície.
Um abraço!
e poucos dias de vida do blog. E vamos subindo a ladeira, do jeito que pudermos! Agradeço de coração aos poucos - mas muito queridos - leitores e já estou pensando na comemoração do primeiro ano de vida deste espaço. Que muitos outros 3oo e poucos dias possam ser comemorados, com humildade, democracia e esforço. Obrigado a todos e um grande abraço!
Urge-se implantar na Prefeitura o sistema 3M: Motivação, Metas e Mérito. A motivação visa explicar o óbvio: ou funciona e bem, ou o olho da rua está logo ali, porque pessoas capazes e dedicadas a cidade possui de sobra, graças a Deus. O funcionário público acredita na eternidade de sua incompetência, mas não é bem assim que precisa funcionar. A estabilidade não é onipresente, sempre houve mecanismos que deveriam ter sido utilizados, devem ser utilizados e deverão ser utilizados para extirpar os indolentes do sistema. Falo com propriedade de causa, sou funcionário público e valho cada centavo gasto pelo contribuinte com os meus vencimentos. Se houver interessados, tenho documentos a apresentar e resultados para mostrar.
Metas são nada mais que o mínimo a exigir de cada funcionário público, em cada esfera de atuação, independentemente da natureza de seu vínculo empregatício (desde que legal, sires). Metas são matemáticas e, portanto, mensuráveis e universais. Bem planejadas e bem dimensionadas, aumentam a produtividade e a eficiência de qualquer setor em, no mínimo, 40%. Quase instantaneamente e sem custos adicionais.
Mérito é o reconhecimento pleno da dedicação e do carinho com que cada servidor enxerga o próprio trabalho. É a comprovação de que há joio e trigo, e que um deles não faz bem à nossa saúde. O mérito justifica o bônus, a ausência dele determina o ônus. Simples de implantar. A isto damos o nome de diretriz, ou seja, a forma como cada um desempenhará sua missão. Para o bem da cidade inteira ou para o mal dos relapsos e incompetentes, dos mal-intencionados e dos simplesmente ineficazes. De qualquer ângulo que se observe a população fica melhor servida. Isto importa, o resto é detalhe.
Agenda oculta? Nenhuma. Se você precisa de mais explicações, precisa mesmo é de ajuda psiquiátrica urgente, meu amigo...
Um abraço!
Cada pessoa que chegar ao PA recebe um cartão de controle na entrada. Marca-se a hora. Ao entrar no consultório, ou receber o primeiro atendimento corretivo, ou o primeiro procedimento real na busca de solução para seu problema de saúde, marca-se novamente a hora. O intervalo destes dois horários, computada a média histórica, resulta no tempo médio de atendimento para a população. Uma parceria com os hospitais da região, aplicando o mesmo método, mostrará que o PA atende, em média, exatamente como qualquer outra unidade de saúde no país. Tanto agora como nos últimos anos.
Não mudou o PA, mudou o Prefeito. É isto afinal, que está "fazendo a diferença" tão gritante que os maiores órgãos de comunicação de massa da cidade, não poderiam deixar de apontar diariamente. Mandem-me o meu Atestado de Imbecilidade, por favor. Não sabia que eu era tão idiota, até ter os meus olhos abertos pela realidade.
Excetuem-se de nossas divagações as unidades de ponta, poucas mas existentes, no campo da Saúde Pública e espalhadas pelo Brasil. O que deveria ser meta para o PA, se houvesse servidores e gestores diretos, dispostos a trabalhar realmente neste sentido. Se bem que é mais fácil culpar o Prefeito... Mas eu não gosto de tudo muito fácil, bem mastigadinho.
Outra sugestão: Triagem, triagem, triagem. Correr para o PA quando a barriga dói, quando a criança tem febre de um dia, quando se corta o dedo com uma faca de cozinha, quando o nariz sangra, quando se nota um bicho de pé, é algo que a população menos informada fará mesmo, até o fim dos dias. Até porque todos pagam impostos para possuir este direito.
O que não se precisa é misturar este tipo de atendimento com o de urgência/emergência, bem mais complexo para ser resolvido em tempo ágil. As pessoas compreendem que podem aguardar um pouco mais para que os casos mais graves sejam atendidos primeiro. O que elas gostam - e merecem - é de informação sendo dada no momento em que passam pela triagem de atendimento. Respeito é bom e todo mundo merece.
Só não me ofereço para ajudar porque isto seria "enriquecimento ilícito do Estado". Mais fácil deixar que afunde e, com isso, a população sofra mais. População revoltada e bem induzida pode ser a alavanca para avacalhar a vida do Prefeito!!! Uia, por que eu não tinha pensado nisso antes? Ah, é... É porque sou idiota. Desculpem pelo lapso.
O problema dos nossos bons samaritanos é que não apontam, jamais, uma única solução alternativa. Só podem enxergar o erro, real ou forjado, e nunca soluções para que o erro seja devidamente sanado e aí, sim, beneficie a população. Santos samaritanos!
A agenda oculta? Claro que nunca se pôde discordar "deles", sejam quem forem. A Síndrome do Quintalzão nunca deixou. Querem saber? Pode-se discordar de tudo, contanto que se mostre algum espírito público real nesta discordância. Mostremos soluções para os problemas. Cobremos a adoção delas, sempre que forem viáveis. O resto é manifestação de espírito... de porco.
Um abraço!
Gustavo Prandini tem que administrar adversários eficientes quando não incapazes, aliados desleais quando não incompetentes e funcionários relapsos quando não abertamente sabotadores. Esta equação teria destruído qualquer outro candidato em muito menos que 100 dias, rádio e jornal à parte.
O Prefeito está ainda de cabeça erguida por mérito próprio, mas se não der os pontapés nas portas e os socos na cara muito depressa, arrumando a casa e mostrando quem é que comanda, a população perderá o respeito e o carinho por ele. Nenhum político em sã consciência pode correr tal risco.
Se o furacão da faxina geral passar agora, em um ou dois meses a poeira terá baixado e tudo estará funcionando bem como um relógio suíço, crise financeira à parte. Se não, a melancolia de tudo o que poderia ter sido, mas não foi, será a primeira nota do réquiem.
A agenda oculta: Prefeito, governa-se com aliados. Adversários são para pisar no pescoço e não deixar que respirem. Tudo o mais é chorumela de perdedores, como o senhor bem sabe por derrotas passadas. Ainda há tempo de corrigir os rumos.
(1 erro de digitação corrigido pelo autor)
Não me perguntem sobre os vencimentos da servidora pública Nair. Esta informação diz respeito exclusivamente a ela, faz parte do sigilo constitucional que deveria reinar sobre todos nós em matéria dos direitos e garantias individuais e, portanto, não me manifesto até que a própria tenha o interesse em fornecer-me os dados, a seu exclusivo critério.
Primeiro erro: vereadores correm até o RH da Prefeitura e de lá saem com informações protegidas pelo direito constitucional brasileiro, observadas as regras próprias. Como os edis tem a obrigação da fiscalização, tem igualmente o direito de solicitar informações, mediante critérios e instrumentos previstos em legislação específica. Quando preferem burlar a lei para buscar o império da lei, são apenas criminosos comuns.
Segundo erro: o RH da Prefeitura fornece informações sigilosas ao arrepio da Lei? Deus me livre de trabalhar na Prefeitura nestas bases...
Terceiro erro: Um administrador não recua. Não precisa. Quando antever a possibilidade do erro, basta não cometer. Quando observar posteriormente a ocorrência do erro, basta responsabilizar e punir.
Quarto erro: oposição, mídia, segmentos sociais e outros quejandos, não governam. O Prefeito governa, como alertou o blogueiro Thiago Moreira, muito apropriadamente. Pena que não tenha comentado as ilegalidades bilaterais, mas... Quem sou eu? Eu sou ninguém.
Quinto erro: a cidade ainda é vista como um quintalzão, a sociedade que se exploda contanto que se possa plantar e colher de tudo, a qualquer hora. Se nos acomodarmos com esta ideia estapafúrdia, melhor não nos incomodarmos com mais nada. Não fará diferença. A propósito: a cidade não é um quintalzão. Eu me garanto na defesa desta verdade. Convido todos os que puderem a partir do mesmo princípio.
Agenda oculta? Inteligência não é nada sem controle. Qualquer que seja o lado.
Um abraço!
A edição do jornal A Notícia do dia 17/03/2008 traz lições valiosas para quem procura se aprimorar na arte da comunicação. O jornal abriu espaço para ser criticado indiretamente pelo jornalista Luis Ernesto Guimarães.
Jogada de mestre. Este é um dos papéis da imprensa, mostrar que está ao lado do conflito de ideias. Deste conflito nasce a necessidade de lermos jornais, ainda que não tenhamos a necessidade de filtrar verdades a partir, exclusivamente, do que os mesmos reportem.
Mais uma vez - já está ficando enfadonho - reafirmo que a imprensa deve dizer e pensar, o tempo todo. O contrário seria como trazer Hugo Chávez para nos governar, e esta ideia me arrepia de pavor. O que precisamos entender o tempo todo, é que a imprensa possui seu caráter próprio. Ela vive de polêmicas, de manchetes, de notícias, de conflitos. Assim como muitos de nós, como humildemente reconheço. Esta é uma lição que Márcio Passos está oferecendo graciosamente em seus escritos recentes.
Cobrar da imprensa profissionalismo não significa cobrar dela o partidarismo. Um senso ditatorial acompanha esta aspiração, quando a mesma ocorre. Produzir notícias é fácil. Tanto as boas quanto as ruins. Se estas notícias serão publicadas com o mesmo peso e medidas éticas, não cabe a um ou dois cidadãos julgar, mas a todo corpo social que circunda o horizonte de eventos do noticiário.
Quando o jornal abre espaço para ser criticado, não o faz por um senso de caridade. Uma empresa jornalística é uma empresa, oras! Não é um convento beneditino. O fato será explorado jornalisticamente, porque Luis Ernesto não dosou seu pensamento como o Assessor de Comunicação da Prefeitura que também é. Emitiu opinião pessoal - com a qual concordo em muitos pontos e discordo em outros tantos - sem deixar explícito se ali falava somente o cidadão ou se ali falava igualmente a Prefeitura Municipal. Este é um dos ônus que a vida pública traz: deixar bem claro, o tempo todo, em que instância se insere o que fazemos e dizemos.
Tenho a certeza de que o jornal A Notícia está realizando agora um trabalho que não realizou nos últimos oito anos. E isto, ao contrário do que imaginam os mais ingênuos, é algo extremamente salutar. A sociedade acaba ganhando quando nossos políticos são vigiados. Todos, diga-se de passagem, e através dos mecanismos democráticos universalmente aceitos. Cobrar agora uma vigilância leniente, que deixamos acontecer no passado, é hilário e infrutífero. Agir no presente para transformar o futuro, eis o único caminho que conta.
Busco o dialógo, que espero nenhum leitor queira confundir com adesismo. Sou simpático à causa do prefeito Gustavo Prandini, porque é a causa que foi escolhida democraticamente em Outubro passado. Mas não posso esperar que 100% da população desta cidade, que me viu nascer e crescer e que eu amo de paixão, possua a mesma simpatia de caminhada. O prefeito terá de conquistar a simpatia que eventualmente ainda não possui através do trabalho árduo, competente e sereno.
Se a população for bem atendida e aprová-lo, a imprensa o aprovará. Quer queira, quer não. Se a população desaprová-lo, a alternância de poder - a mesma que o conduziu ao cargo - se encarregará de mudar esta história. Com ou sem a participação da imprensa.
Não podemos, em momento algum, imaginar que o Jornal A Notícia e a Rádio Cultura, para citar os dois exemplos mais eloquentes, façam o trabalho de defesa de um projeto que não é o deles. Isto no campo partidário e pessoal, porque no campo político puro (evidentemente coletivo e social), todos os setores representativos de opinião em João Monlevade buscam uma coisa só: mudar, e sempre para melhor, a história desta cidade. Apontando os erros e acertos, na mesma medida, não importa qual seja o administrador do município.
Não há erro de dosagem aqui. Se a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal é responsável pela defesa de projetos, alguém tem que filtrá-los quando não forem tão bons para a cidade quanto poderiam, ou quanto os idealizadores imaginaram. Ninguém é imune a erros de avaliação e julgamento.
Os freios e contrapesos, comuns a cada lado partidário, devem se direcionar para que a sociedade assista à vitórias e derrotas, tanto de um lado quanto do outro. Mas a população monlevadense deve sair vitoriosa sempre. Isto é política de qualidade, o resto é flatulência intelectual: parece inteligente, mas só incomoda as narinas.
Fica, então, o registro: que todos nos lembremos dos princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório, do devido processo legal e, o mais importante, da hombridade e da honra. O resultado da opção por estes preceitos é o ganho da sociedade monlevadense, que merece e precisa que todos nós nos esforcemos mais. Para caminhar com dignidade, porque se nos esforçarmos para a mesquinharia, nada mais poderemos esperar do que nos tornarmos uma sociedade mesquinha.
Paralelamente, se cada um trabalhar pesado, e bem, inexoravelmente avançaremos. No diálogo e na disputa. Mas principalmente nos resultados positivos do que nos propusermos a realizar. Citando o internauta Manthis - blogueiro de Monlevade, com orgulho - "continuemos subindo a ladeira!"
Um adendo: o jornalista Thiago Moreira, que eu leio e acompanho sempre que posso, parece também estar se direcionando para uma análise mais fria e calculista dos fatos. Como eu já havia alertado, o trabalho dele é muito superior ao que estávamos vislumbrando ultimamente. Continuo não concordando com o jornalista, no campo do posicionamento. Mas isto faz parte de um direito que nós dois possuímos. No campo das ideias, torço para que suas críticas continuem avançando em qualidade e em profundidade. Monlevade merece que seus talentos se desenvolvam e frutifiquem.
Um abraço!
Tramita no Senado um Projeto de Lei que torna obrigatórios os Air Bags (condutor e passageiro frontal) em todo veículo novo fabricado no Brasil. Faltará ainda o ABS, mas já é um caminho. Tivesse sido votado em 1998, juntamente com o Código de Trânsito Brasileiro, e fosse aplicado com seriedade, numerosas vidas teriam sido poupadas desde então.
Qualquer um pode argumentar que existe um interesse escuso por detrás do projeto. Pode ser; quase sempre há. O que nos distancia de sermos feras não é nossa intenção inicial; é o resultado final, quando promove o bem ainda que contrariamente à nossa primeira idéia.
Mas que meu trabalho de ver famílias despedaçadas e vidas destruídas seria bem menor, não tenho dúvida alguma. E estou, sinceramente, muito cansado desta parte do meu trabalho. Nem me sinto mais como sendo humano. Isso dói.
Um abraço!
O livro "Os Capitães e os Reis" de Taylor Caldwell. Literatura sem grandes pretensões, mas que - sabe-se lá como - explica como este mundo realmente funciona. Lamentavelmente não sou esperto o bastante para resenhar o livro, sem estragar a boa surpresa que ele representa. Aos que buscam algum sentido, qualquer um sentido, num mundo em que as engrenagens ficam mais importantes que o trabalho do todo, esta obra joga um sol onde esperaríamos ver alguma luz.
Um abraço!
Primeiro alerta: não existe lógica alguma, sabendo que se vai a uma agência bancária, em carregar um milhão de traquitanas metálicas espalhadas pelos bolsos e bolsas desta vida. Sejamos racionais: se não dá para eliminar o telefone móvel (celular, para os íntimos), com certeza dá para esquecer o alicate de unha e cutícula, tesouras, grampos, canivetes, molho de mil chaves e afins, de vez em quando.
Segundo alerta: eu SEMPRE sou barrado em todas elas. Tenho humildade e paciência para entender, afinal em grande parte do dia estou com pelo menos 1,5 kg de aço pendurados à cintura. Faz parte. Mas não carrego minha carga de metal por prazer ou esquecimento, ou preguiça. È necessidade. E as portas estão lá para impedir que outros, sem os mesmos nobres e profissionais motivos, entrem nas agências bancárias com 1,5kg de aço pendurados à cintura. Convenhamos, seria um desastre atrás do outro. O segundo alerta é para indicar que sou insuspeito em cobrar o que farei adiante.
Terceiro alerta: Bancos dão lucro, por isso não somos todos banqueiros. Não temos o talento e a perspicácia exigíveis. Como são instituições que dão lucro, porque diabos ainda não foram obrigados a manter cofres externos (anteriores à passagem pelas portas automatizadas) visando facilitar a vida dos pobres correntistas?
A velocidade de passagem pelas ditas portas aumentaria consideravelmente. A quantidade de vexame e constrangimento a que muitas pessoas são submetidas à porta das agências bancárias em nossa região, também.
Banqueiros, façam-nos este favor. Agradeceremos muito, talvez até acreditando que haja mesmo bancos interessados em nos atender da melhor maneira possível. Ou pelo menos de maneira mais digna.
Um abraço a todos!
(1 erro de digitação corrigido pelo autor)
Estou devendo há tempos um agradecimento público ao SEVOR. Pago agora. Não há, em toda a região, um trabalho voluntário tão vital e de tanta qualidade como o prestado por estes grandes cidadãos. Ontem, no infeliz acidente que vitimou o Sr. José Ronaldo, duas equipes estiveram lá e me auxiliaram muito na condução dos meus trabalhos técnicos. Diga-se que o Perito Daniel fez a maior parte dos mesmos - estou sofrendo com fortes dores na coluna estes últimos dias.
Desde 2006, quando retornei ao Setor de Polícia Técnica em João Monlevade após uma temporada em Ouro Preto, acostumei-me a conviver com estes seres humanos maravilhosos, de grande espírito público e de incrível capacidade de doação e superação. O fato do SEVOR dar certo, num país onde quase tudo prima por caminhar errado, é motivo de orgulho genuíno. Obrigado, mais uma vez, a todos.
Não tenho competência cidadã para lançar campanha alguma, nem levantar bandeira alguma. Mas peço a todos que puderem: façam um contato, saibam se há algo que possamos fazer para ajudar um pouquinho mais ao SEVOR, porque eles ajudam muito mais do que poderia esperar qualquer alma solidária em nossa região. Vale a pena.
Um abraço a todos.
(OBS: 2 erros de digitação corrigidos pelo autor)
Estou assustado com meu despreparo em entender muitas coisas. Uma delas é a definição de "Caixa Rápido" adotada pelos supermercados em João Monlevade. Na minha humilde opinião, deveria receber este nome o caixa que atende para cobrar, no máximo, 10 códigos de barra por vez. E recebendo em dinheiro sonante, porque o tempo necessário para o cliente preencher um cheque ou lembrar sua senha de cartão (Crédito ou Débito, que seja) enquanto o caixa digita todos os números disponíveis, é longo. Daria para atender mais uma pessoa a cada uma atendida, com certeza.
Em paralelo, fregueses teimam em passar com 13, 14, 15 ou até mais códigos de barra pelos ditos caixas. A questão é delicadíssima, porque o comerciante receia perder um cliente se este for contrariado em seus anseios e seus jeitinhos. Mas neste ínterim, os clientes íntegros de caráter sofrem com a falta de respeito.
Não sei se existe uma solução possível, mas eu gostaria de sugerir que seja implantado o caixa expresso, com um enorme cartaz que seja percebido pelos pilantras: "Nem pense em passar por este caixa com mais de dez volumes ou em pagar com outra coisa que não seja dinheiro vivo. Sua pressa deveria ter sido calculada antes de chegar aqui."
Um lembrete: existe o bom senso, mas ele é como o apêndice; só percebemos sua existência quando algo vai muito errado em nossa vida. Estamos evoluindo para algo estranho e difuso, onde bom senso, respeito e igualdade só fazem algum sentido no papel. Ou na tela do computador.
Não imagino que meus filhos ou seus filhos possam extrair felicidade de um mundo que se deteriora de forma tão insidiosa, a conta-gotas, em relação ao cumprimento de regras tão básicas. Não é assim que imagino um planeta melhor no futuro. Se estamos incapazes de cuidar das coisas pequenas, que dirá das realmente importantes...


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